Veneziano ressuscita “traição” de Manoel Júnior ao PMDB em 2014 para rebater ameaça de tesoureiro da sigla

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O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, do PMDB, considerou infelizes as declarações recentes do tesoureiro do partido, Antônio de Sousa, ao ameaçar punir os filiados que não seguissem a orientação da sigla.

O “recado” caiu no colo, sobretudo, dos parlamentares que seguem apoiando o governador Ricardo Coutinho (PSB) na Paraíba.

O ex-cabeludo disse que não se sentia ameaçado pelo puxão de orelha e classificou a tentativa de impor a ordem de infeliz. Veneziano, inclusive, lembrou as eleições de 2014, quando o então deputado Manoel Júnior (PMDB) divergiu da orientação da sigla e nada foi feito contra ele.

“Não me sinto ameaçado, foi uma declaração infeliz”, disse, lembrando que em 2014 ocorreram “atos de traição” e a Executiva Estadual não tomou nenhuma atitude – referia-se a Manoel Júnior, que apoiou Cássio Cunha Lima (PSDB), em detrimento da candidatura de Vital Filho ao Governo do Estado.

Antônio de Sousa invocou o estatuto do partido para afirmar que membros contrários às orientações da direção poderiam ser expulsos.

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