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Dia dos Avós: aos 70 anos, Jacqueline Lyra é referência no frescobol e na qualidade de vida


Data celebra o amor, o cuidado e a sabedoria dos avôs e das avós, mas também é um lembrete de que a vida continua e há muito para aproveitar

Vovó Jacqueline Lyra e os seus netos (Foto: Reprodução / Correio da Tarde)

O Dia dos Avós é comemorado neste domingo (26). A data celebra o amor, o cuidado e a sabedoria dos avôs e das avós, mas também é um lembrete de que a vida continua e há muito para aproveitar.

A energia, a disposição e a vontade de viver não têm idade. Quem sabe aproveitar muito bem isso é a vovó Jacqueline Lyra (@vovodofrescobol). Aos 70 anos, ela é referência no frescobol e na qualidade de vida.

Para dona Jacqueline, ser avó “é o maior cargo, o maior prêmio que eu pude receber na vida. Eu sempre digo que ser vó é encontrar a sobremesa da vida. Você senta na mesa, você come aquele almoço farto, mas você quer a sobremesa, aquela gostosura e doçura. Ser avó, para mim, é isso, é a doçura da vida. É descobrir que o olhar dos netos para os seus avós substitui o olhar da nossa mãe. Eu, hoje, não tenho mais a minha mãe, que me olhava com o maior amor que uma pessoa pode sentir. O olhar dos meus netos para mim reproduziu este olhar que a minha mãe tinha comigo. Eles olham com amor, sem enxergar defeitos”, comentou.

O frescobol entrou na vida de Jacqueline ainda na infância, já que seu pai praticava o esporte. Na juventude, a modalidade esteve mais presente. Mas foi apenas depois de retornar a João Pessoa, após um período em São Paulo, que ela reencontrou no frescobol uma antiga paixão.

“O meu limite ainda é desconhecido”, brincou. Com uma vida em constante movimentação e em parceria com o bem-estar, a atividade física não só melhorou a qualidade de vida da vovó, mas também transformou a forma como ela se relaciona com as pessoas ao seu redor.

Antes de praticar o frescobol, eu era uma pessoa relativamente solitária. Tinha uma dependência grande dos meus filhos para sair, para me divertir. A partir do momento que eu comecei a fazer atividade física, eu passei a ter mais confiança, mais autoestima, e aí fui conquistando amigos. Eu tenho amigos de todas as idades, e isso trouxe um benefício gigante também para a minha família em geral. Hoje eu viajo só, enfrento os meus problemas sem a necessidade de precisar sempre de ajuda e companhia. A atividade física nos torna pessoas mais produtivas, destemidas e independentes

Neste Dia dos Avós, histórias como a de dona Jacqueline mostram que envelhecer também pode ser sinônimo de descobertas, autonomia e novos começos. Entre uma partida de frescobol e outra, ela segue colecionando amizades, inspirando pessoas e provando que nunca é tarde para viver com disposição e entusiasmo.

“O meu limite ainda é desconhecido.” — Jacqueline Lyra, avó, atleta e referência no frescobol. (Foto: Reprodução / Instagram)

Assista a reportagm completa no vídeo abaixo:

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