Primeiro ato oficial da campanha de Lula está marcado para o próximo dia 16 de agosto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve a candidatura à reeleição oficializada pelo PT (Partido dos Trabalhadores) neste domingo (2), durante a convenção nacional da legenda realizada em São Paulo. O petista disputará pela sétima vez a Presidência da República e, se vencer as eleições de 2026, exercerá um quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.
A coligação que apoiará Lula será formada pela Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PCdoB e PV, além de PSOL, Rede, PSB e PDT. O grupo reúne os principais partidos que atualmente integram a base de sustentação do governo federal.
Assim como ocorreu nas eleições de 2022, a chapa presidencial terá o vice-presidente Geraldo Alckmin como candidato a vice. O nome dele foi homologado na última quarta-feira durante a convenção nacional do PSB, realizada em Brasília.
A oficialização da candidatura acontece em um momento de desafios para o governo. Um deles é a investigação envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, por suposto tráfico de influência. A apuração tem como foco contratos do Ministério da Saúde relacionados ao fornecimento de tratamentos com cannabis medicinal.
No cenário econômico, a campanha também começa em meio aos impactos do novo pacote tarifário anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As tarifas, que podem chegar a 35,7%, atingem cerca de 4 mil produtos brasileiros exportados e aumentam a pressão sobre o setor produtivo e sobre a condução da política econômica.
O primeiro ato oficial da campanha de Lula está marcado para o próximo dia 16 de agosto, no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, cidade símbolo da trajetória política do presidente.
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